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Title: Comportamento alimentar e percepção da imagem corporal em estudantes universitários de fisioterapia
Authors: Pereira, Camila Pinheiro
Barbosa, Brenna de Medeiros
Borges, Larissa Santana
Keywords: Comportamento alimentar
Imagem corporal
Estudantes
Issue Date: 19-Jun-2020
Citation: BARBOSA, Brenna de Medeiros; BORGES, Larissa Santana. Comportamento alimentar e percepção da imagem corporal em estudantes universitários de fisioterapia. 2020. 30f. Artigo (Graduação em Nutrição) - Centro Universitário Fametro, Fortaleza, 2020.
Abstract: Os estudos sobre comportamento alimentar e percepção da imagem corporal entre graduandos dos cursos da área da saúde têm ganhado destaque, tendo em vista as consequências negativas para a saúde humana. Pode culminar na criação de um padrão alimentar individual ou coletivo (cultural), relacionando-se com os tipos de alimentos consumidos e com a quantidade e qualidade dos mesmos (hábito alimentar). O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento alimentar e percepção da imagem corporal de estudantes universitários de Fisioterapia. Para alcançar os objetivos, foi realizada uma pesquisa de campo, com corte transversal e abordagem quantitativa. O levantamento foi realizado em uma faculdade privada de Fortaleza. Foram aplicados dois questionários: Teste de atitudes alimentares e o Questionário Holandês do Comportamento Alimentar (QHCA). Após aplicação dos questionários, foram aferidos peso e estatura dos participantes para cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Dos 30 estudantes avaliados, de acordo com o IMC, 43,34% (n=13) estavam eutróficos, 33,33%(n=10) com sobrepeso, 20% (n=6) estavam com obesidade e 3,3%(n=1) estavam com baixo peso. Através do EAT- 36, observou-se que em relação à classificação, que 16,67%(n=5) apresentaram comportamento alimentar positivo para distúrbios alimentares e risco aumentado para Transtorno alimentar. Verificou-se que no QHCA foram obtidos os seguintes valores para os três diferentes domínios: Ingestão Emocional com (5,88 ± 2,35), Ingestão Externa (5,01 ± 2,06) e Restrição Alimentar (4,20 ± 2,23). Diante dos resultados obtidos, foi possível observar que os indivíduos apresentaram maiores pontuações para o EAT-26, evidenciando comportamento alimentar negativo para distúrbios alimentares enquanto a maioria tem índice de positivo para não desenvolver transtornos alimentares. Foi possível concluir que as subescalas mais prevalentes foram de ingestão emocional e ingestão externa. Considerando que os estudantes universitários estão propensos aos distúrbios alimentares, foi avaliado que a maior dos alunos tem um nível de eutrofia mais prevalente e a importância desses estudos que se aprofundem mais em relação ao comportamento alimentar e a auto percepção da imagem corporal.
URI: http://repositorio.fametro.com.br/jspui/handle/123456789/357
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